Como é realizado o ensaio de Resistência ao Ozônio em polímeros e qual a sua importância?

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Como é realizado o ensaio de Resistência ao Ozônio em polímeros e qual a sua importância?

O que é a Resistência ao Ozônio?

A resistência ao ozônio é a capacidade do material em não sofrer alterações em sua estrutura e propriedades ao ser exposto a este gás, principalmente porque o ozônio, produzido através da interação da luz solar com os poluentes no ar, pode ser bastante prejudicial a diversos tipos de materiais poliméricos, principalmente os elastoméricos.

Por que realizar o ensaio de Resistência ao Ozônio?

Os problemas que podem ocorrer aos materiais poliméricos em contato com o ozônio vão desde processos de degradação, até a formação de rachaduras que podem causar enfraquecimento significativo de um material e, em alguns casos, até mesmo a ruptura completa em polímeros, principalmente quando estes produtos são submetidos a tensões operacionais, durante a aplicação.

Portanto, através da realização deste ensaio é possível compreender a capacidade do produto a resistir ao intemperismo ou à exposição à atmosfera, garantindo o controle de qualidade de diversos tipos de materiais, além de determinar os padrões de deterioração causados ao material pela exposição ao ozônio.

Além disso, de acordo com os resultados é possível obter informações bastante relevantes para diversos fabricantes de produtos, para aprimorar as tomadas de decisões em relação à formulação dos materiais.

Imagem ilustrativa do ensaio de Resistência ao Ozônio em Polímeros

Como é realizado o ensaio de Resistência ao Ozônio?

A norma NBR 8360 fornece quatro maneiras diferentes de realizar este ensaio. Os quatro métodos são denominados como Métodos A, B, C ou D. A diferença implícita entre cada um destes métodos é a forma como cada amostra é disposta e preparada previamente antes do ensaio, porém, durante a análise o procedimento é semelhante em todos os métodos.

De forma geral, após escolhido o método utilizado, de acordo com o objetivo da análise, o procedimento deste ensaio consiste em submeter os corpos de prova da amostra a um fluxo de ar ozonizado, no interior de uma câmara. Após esta exposição, deve-se anotar a data e hora do início do ensaio e verificar a cada 24 horas ou em intervalos menores, de acordo com o objetivo do ensaio.

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